As impolutas vozes da afirmação de si,
Travam em mim a expressão da dor
Ao mundo cuja bestialidade tanto temo,
E cuja violência sempre As impolutas vozes da afirmação de si,
Travam em mim a expressão da dor
Ao mundo cuja bestialidade tanto temo,
E cuja violência sempre me emudeceu,
Desejos de Amores inconfessados,
E, por isso mesmo, inexistentes.
Procuro a voz livre e solta dos pardais,
Mais pequenas e vivazes de todas as aves
Tal como da Natureza a voz fera e doce,
Afirmação livre e libertação de mim, me emudeceu,
Desejos de Amores inconfessados,
E, por isso mesmo, inexistentes.
Procuro a voz livre e solta dos pardais,
Mais pequenas e vivazes de todas as aves
Tal como da Natureza a voz fera e doce,
Afirmação livre e libertação de mim,